A vida ainda é um mistério para os teólogos, historiadores e todos que perdem ao menos quinze minutos para pensar sobre a complexidade que ela vem demonstrado ao longo do tempo, enquanto o mistério permeia o mundo, a vida esta aqui para ser vivida, e esta rodeada de pessoas diferentes que diariamente demonstram vários aspectos de comportamento, na maioria das vezes o stress sempre predomina em todas as ocasiões, fixando isso, uma lição para levar uma vida numa boa, sem muito mistério e stress, é o filme a vida é bela.
A vida é bela, do italiano Roberto Benigni é uma historia linda, uma grande lição de moral, principalmente nestes dias atuais onde uma pessoa mata por tão pouco ou reclama de algo constantemente.
Segundo vez que assisti à primeira foi sozinho é hoje acompanhado com a minha namorada, ao terminar, fiquei com vontade de escrever sobre a obra.
A historia na minha concepção se divide em duas partes, a primeira é quando aparece o protagonista Guido, vivido brilhantemente pelo próprio Benigni, solteiro e recém chegado, onde encontra a casa do Tio para moradia, neste começo a interpretação dele nos faz lembrar do gênio Charles Chaplin, usando esta referencia, o riso se torna inevitável, na segunda parte ele já encontra-se casado e com um filho em plena segunda guerra mundial, junto com a sua família sofre por ser judeu, é levado por um abrigo alemão, onde divide um quarto com outros judeus, ao longo da guerra ele sustenta uma mentira para o filho, dizendo que aquele acontecimento não passava de uma competição que tinha entrado para tentar presenteá-lo em seu aniversario com um tanque, estas horas o choro dificilmente e segurando.
Ainda não sei dizer se e por causa do efeito que este filme me causou, mas apontar erros seria um crime é não consigo achar defeitos, obra é completa, perfeita, no final concluo que 3 oscars e muito pouco para A vida é bela.

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