O poder entregue a musica é impressionante, ela sozinha, consegue tirar choros é sorrisos, algumas até podem levar ao passado é porque não levarem ao futuro também, seja por beats eletrônico ou um simples violão, a musica é arte que anima é entristece.
Indo de contra ponto desta relação poderosa que a musica carrega, venho conseguido andar por lugares é culturas distintas, que á minha atual situação financeira não permiti, como seria possível ir e vir sem passaporte, a resposta é fácil, tiro do meu hgd, Beirut, nome usado por Zach Condon, um cantor nascido no Novo México, que mistura elementos de musicas do leste europeu com sons de folk, junto com outros instrumentistas, um deles franceses, fazem um som bastante moderno, pelo menos do ponto de vista dos meus ouvidos. Os chocalhos, a voz grave é os saxofones fizeram-me delirar
O difícil é dizer o quanto às canções irão sobreviver e arrancar suspiros deste que escreve, talvez quando menos esperar, em uma manha cinzenta de segunda feira, acorde é a arte, fique oca e soe clichê é as minhas viagens noturnas estará presas em um passado remoto. Enquanto isso não ocorre, escuto sem fronteiras.

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