quarta-feira, 8 de abril de 2009

A nova lei


Aprovada na ultima terça (7) projeto proibindo o uso de cigarros em ambientes fechados. Antes de entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo governador de São Paulo, Jose Serra, é seguira oficialmente após 90 dias. A lei atingira principalmente os donos de bares e baladas, tendo em vista este risco, diversos comerciantes protestaram na frente da prefeitura.


As opiniões por esta lei são diversas é leva uma divisão de pensamentos, pegando carona neste assunto que não saiu da boca da população paulistana é dos programas sensacionalistas da tarde, pretendo nas próximas linhas escrever uma rápida opinião sobre tal.


A primeira coisa a ser escrita é que esta lei na teoria é bonita, um baita incentivo contra o uso dessa merda chamada cigarro, porém na pratica duvido a crer que será efetuada com sucesso, além do mais, tem grandes chances de prejudicar os comerciantes, não queira você argumentar que isto não ira acontecer, a grande maioria viciada em cigarro ou até mesmo que curta somente beber, a sentar no buteco para tomar uma bebida automaticamente tem a vontade de fumar um cigarro, provavelmente a nova lei, fara a pessoa a levantar-se precocemente é tomar a atitude de fechar a conta é ficar na rua fumando. Bom para os mercados que vendera cada vez mais cerveja, já consigo imaginar as ruas lotadas de indivíduos bêbados é fumando. Talvez seja radical esta minha colocação, claro que não será deste modo, mais a longo prazo quem sabe, só o futuro ira nos contar. Voltando um pouco acima, tinha escrito que a lei seria um sucesso teórico, a lei seca que o diga, chuva de verão para pensarmos que estamos vivendo na cidade produtiva é crescente. É agora como agir quando aquele seu colega de trabalho acostumado diariamente a ficar pelos corredores da empresa fumando, chamar a policia para o pilantra ou tolerar, já que estava habituado com esta ação alheia. Não sei, não sei, teimo em acreditar nisto, desconfio muito, odeio cigarro, mais admito que quando estou bebendo ou na balada relaxo e esqueço a nicotina. A lei é bonita como citado antes, mais é os comerciantes de lugares menos favorecidos, mais uma vez pintam os narizes de palhaços é tentam outra a sorte em outra profissão.

sábado, 4 de abril de 2009

Grande noticia


Para comemorar o ano da França no Brasil, O cinema Reserva Cultural juntamente com a faculdade Fnac é o cine Club Aliança Francesa, disponibilizaram seções de filmes franceses todos os domingos, as 11 da manha, na reserva. A promoção começou em março é durara até novembro, os ingressos custam R$ 5, 00 e da direito a um café da manha no Pain de France, localizada na parte interna do cinema. A programação do mês varia por temas, em março o assunto era a escola na frança diversidade e dilemas contemporâneos.


Agora só resta tomar vergonha é conseguir acordar cedo aos domingos, para prestigiar o melhor cinema feito no mundo, claro na minha modesta opinião.

Miller, Frank, Spirit.


O filme The Spirit, produção pouca prestigiada em Hollywood já estreou nos cinemas brasileiros. Com um olhar futurista Frank Miller o famoso quadrinista é diretor, utiliza os mesmos recursos gráficos usados em Sin City.


The Spirit é uma adaptação do famoso quadrinho escrito por Wil Eisner, que leva o mesmo nome, e sobre um ex-investigador, Denny Colt que é declarado como morto é misteriosamente retorna das cinzas é vira Spirit, um super herói que se aproveitado das sombras da cidade para combater o crime na Central City. O seu principal inimigo é Octopus, um mau caráter que deseja desistir a cidade para conseguir a imortalidade.


Sem duvidas Frank Miller é escritor é diretor, um dos gênios dos quadrinhos, criador de o cavalheiro das trevas, quadrinho responsável pela volta por cima do super herói Batman. O cara consegue em suas historias associar fatos corriqueiros da vida com um mundo rodeado de fantasias, talvez seja por isso que é agrade tanto, referencia para qualquer um que curta HQs. Em uma declaração polemica falou ser o único do planeta capas de adaptar The Spirit para o cinema.


Sábado passado assisti, confesso ter ficando com sono em algumas partes, em contra partida fiquei encantando com diversas cenas. O efeito gráfico é o grande charme da obra, longe de ser tão bom quanto Sin Citty, porem agradável. Notei em algumas cenas pequenas doses de referencia do filme Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick. Miller certamente inova, consegue colocar nas telas algum mais que uma obra blockbuster, mais acaba abusado das inovações é se perde na historia. Estrelado por lindas atrizes, entre elas Eva Mendes e Scarlett Johansson, The Spirit não encanta porem não agride.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Los radioheads







Após dois meses esperando com o ingresso na gaveta, neste ultimo domingo, dia 22 de março, foi o grande dia, Just a fest, ou seja, o show do Los Hermanos e Radiohead. Chegando á região do evento pude notar a estranheza do lugar e para piorar estava chovendo o que fez a Vanessa desembolsar R$ 10, 00 reais para comprar capas de chuvas sem vergonhas para nos proteger de um pé d’água anunciado. Aproximando cada vez mais do local, meus ouvidos detectarão de longe um hit dos barbudos Hermanos sendo executado, “Morena”. Estava começando a sentir um animo inexplicável, entrando no clima que se pedia. A fila da entrada estava assustadora, sorte que encontrei uma galera que mora aqui perto de casa, que deixou entrar na frente. Perto do palco aguardando o começo do primeiro show, esperamos cerca de 3 horas, ouvindo um reggae totalmente cansativo e enjoativo, que fazia a espera ser uma tortura. Por volta das 18h00 horas os Hermanos entraram no palco é decretarão o começo do show, abrirão com á musica todo carnaval tem seu fim, “foi foda”, emoção única, não sei explicar, todos começaram a pular, podia escutar ao mesmo tempo os acordes da musica e os gritos ensurdecedores das pessoas, como citei acima inexplicável. Pena que ao decorrer da apresentação, os ânimos foram deixados de lado e deram lugar á uma burocracia encontrada em cima do palco por parte deles, algumas musicam foram tocadas com certa frieza, não consegui encontrar neles o calor evidente do público a frente, senti a alegria voltando nos rostos dos barbudos quando virão quase a chácara inteira cantando o vencedor, daí em diante conseguia notar uma excelente banda tentando matar a saudades dos fãs, mesmo sem o entrosamento de antes. Quando os primeiros acordes apontavam que a próxima musica seria a flor previ que o sonho estava acabando, me questionei, mas no fim, como todos fiquei feliz com o reencontro deles.

Aguardado a atração eletrônica ainda desconhecida para meus ouvidos, o provável aconteceu às pessoas estavam querendo chegar perto do palco, o que resultou numa lotação insuportável, parecia que estávamos dentro de um vagão de trem indo sentido Itapevi. Estava escuro é o relógio marcava 19: 40 quando os coroas vestidos de preto entraram no palco é começaram feito robôs tocar seus respectivos teclados, a primeira canção tocada foi machine, uma boa introdução, mais que não conseguia manter o ritmo é cansava com tanta experimentação. No resumo da apresentação dos velhinhos do eletrônico, houve muita inovação, uma verdadeira modernidade em termos de pensamentos musicais, que acabou se perdendo naquele lugar. Observação para a “Trans Europe Express”, até escutei uma historia de alguém na platéia falado que eles comporão esta musica dentro do trem que vai para Paris, depois do relato gostei ainda mais dela.

Ferros eram colocados por cima do palco, profissionais subiam em cima das luzes é por lá ficavam, foi assim a espera da principal atração, Thom Yorke vestido de preto aproximou-se com seus amigos de banda, é tocaram a faixa “15 step” do recente In Raibowns, gritos, pulos, o calor humano estavam sendo instalada, a busca desesperada por água, faziam esquecer-se de tudo. Até a terceira canção pensava somente em ir embora, foi quando a canção “All I Needd” entrou nos meus ouvidos e me levaram para bem longe. Os problemas foram sumirão e a felicidade apareceu, a cada musica, a cada acorde, a cada toque de piano, a cada palavra cantada por Thom deixava claro que valeu apena ter acordado dois dias de manha para ir ao Estádio do Pacaembu atrás do ingresso e pago 100 reais. Impressionante a apresentação do quinteto inglês, a disposição deles a qualquer custo animar a platéia, o entrosamento musical, o talento de cada integrante, todos fazendo bem a sua parte é o show a parte no telão com quadrados focalizados em cada integrante. Difícil é descrever qual foi o melhor momento da apresentação, deixo para os críticos essa tarefa, a surpresa ficou para Fake Plastic Trees, canção que não entrou no setlist no show do Rio de Janeiro. Acordado segunda de manha tive a conclusão que este show estará marcado para sempre, pelos altos e baixos em todos os sentidos é com certeza pela apresentação perfeita da melhor banda da atualidade Radiohead.




quarta-feira, 4 de março de 2009

Sobre os Beatles, Beastie Boys e Reginaldo.

Acessado á internet no começo da semana li uma noticia no mínimo engraçada, a banda Inglesa Beatles agora será conteúdo de um novo curso aberto na Universidade de Manchester, na Inglaterra, que leva o nome de Os Beatles, a Música e a Sociedade é terá um ano de duração.Segundo Mike Brocken chefe do departamento de música da universidade argumentou que apesar da publicação de oito mil livros sobre a banda, nunca houve um estudo acadêmico. Para ele Os Beatles não tiveram apenas uma influência na musica é também sobre a sociedade e na moda. Imagine se a moda pega no Brasil, qual artista brasileiro merecia a criação de um curso sobre sua trajetória musical, Roberto Carlos, Tom Jobim, Chico Buarque ou outros??

Mudando totalmente de assunto, outra notícia lida por mim, que deixou este que escreve bastante satisfeito, foi que o Beastie Boys ira lançar este ano seu novo álbum com inéditas, infelizmente sem data prevista ainda. O nome será “Tadlock's Glasse, segundo o integrante MCA, o nome surgiu por uma historia do motorista do trio, que já ganhou um óculos de Elvis Presley é exibia para os outros orgulhoso.

É por fim termino com a descoberta da existência de um tributo para Reginaldo Rossi, isto mesmo, uma reunião de varias bandas e cantores interpretado musicas do rei brega, só os feras, Otto, Zé Ramalho, Mundo Livre S.A, Devotos, Eddie, Lenine, entre outros. E estranho este meu gosto, mas cresci ouvindo Reginaldo, Roberto, Erasmo, Odair Jose, por intermédio de meu pai, é impossível escutar as canções é não lembrar da minha boa infância, melhor ainda sendo cantado por bandas que curto no momento, as versões devem ser melhores, imagine Otto cantado Garçom é piração total. Foi totalmente inusitado estava num blog de download é tinha um sessão chamada tributo, lá estava a raridade, o triste que o arquivo expiro é ate agora não consegui achar em lugar nenhum.

terça-feira, 3 de março de 2009

Quem quer ser milionario ?



Quem Quer ser Milionário? Consagrou-se no mundo por ganhar os principais prêmios de cinema, entre eles 4 globos de ouro e 8 oscars, o filme dirigido pelo inglês Danny Boyle, estrelado somente por atores indianos é uma produção gravada em Mumbai, na Índia é uma adaptação do livro do autor indiano Vikas Swarup, Slumdog millionaire que no Brasil ganha o nome de sua Resposta Vale um Milhão.
A historia acompanha a trajetória de Jamal, um operador de telemarketing, que consegue participar de um programa que premia os participantes de acordo com acertos de perguntas feitas pelo apresentador, uma espécie do jogo do milhão versão indiana, (Quem quer ser milionário), prestes a ganhar o prêmio total do programa 20 Rúpias, a pergunta soa no ar para os organizadores do programa, “como um garoto de origem pobre conseguiu chegar tão longe?”. Com a idéia de uma suposta trapaça Jamal é levado para uma sala fechada, lá dentro é vitima de diversas torturas, nestes instantes sua vida é passada como um flash, da infância á adolescência, onde é descoberto que todas as perguntas respondidas por ele foram descobertas numa ocasião de sua vida é por fim é o revelado o motivo de sua participação no programa para ser localizado por seu grande amor de infância, Latika.
Para muitas opiniões ligadas ao cinema 8 oscars foi um exagero para a novidade indiana, será realmente? Ano após ano, a premiação mais famosa é alvo de criticas, acusada de premiar somente filmes que as convém no ano correspondente, puro marketing, até sábado tinha a mesma opinião cerrada sobre isto, sempre achei que academia não era parâmetro para nenhuma escolha, agora me dividi nesta afirmação, não sigo cegamente sobre este pensamento, mas admito que muitas vezes eles escolherão os melhores. Ao final do Quem quer ser milionário, venho-me a mente algumas obras aclamadas como as melhores, conclui que verdadeiras obras primas já foram lembradas, que até hoje sobrevivem é recebem muitos elogios, cito algumas Beleza Americana, o vencedor de 2000, Senhor dos Anéis-o retorno do rei, vencedor de 2004, A Lista de Schindler, vencedor de 1994 é viajado no tempo, O Poderoso Chefão, vencedor de 1973, além de outros, em contrapartida toda historia deixa seu buraco, películas que marcarão gerações, nunca receberão Oscar algum é ao menos foram lembrados, Clube da Luta de 1999, não chegou nem perto do tapete vermelho é o que falar do verdadeiro pai do suspense Alfred Hitchcock, outro que nunca foi lembrado, Cidadão Kane, um dos principais filmes da historia do cinema, não recebeu nada, por fim é assim, como qualquer coisa, forma, historia, não existe á perfeição, sempre haverá descontentamento de muitos.
Paralisado ainda por este filme, nego-me apontar possíveis erros que li nos blogs que costumo ler, basicamente acho que a façanha do Slumdog millionaire é conseguir prender na historia diversos públicos, seja qualquer classe social, é aquele roteiro fácil de entender, nem por isso, os méritos são tirados, entretenimento puro com pinceladas Cult. A conexão da trilha sonora com as cenas é impressionante.
Essa obra para minha modesta opinião é uma revolução na indústria cinematográfica, é a lacuna deixada por porcarias gravadas em Hollywood, sendo preenchida pelo cinema feito em outros países, há muito tempo isto já vem acontecendo, a Europa é grande resposta é aos poucos o mundo esta percebendo.
Uma dica caso estiver desgastado da Índia pela sacanagem que a Rede Globo faz na sua novela, não se preocupe, Quem quer ser milionário, não tem nada parecido com caminhos da índia, você ira sair do cinema com vontade de escutar musica indiana.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A música do coração.

O incenso queimado por cima da cadeira ao som de portishead, deitado na cama vejo a fumaça confrontar o monitor do computador, vou fechado os olhos aos poucos é com esta visão na mente é a voz encantadora de Beth Gibbons, durmo durante duas horas, acordo, a primeira coisa que faço é selecionar algumas musicas para escutar, escolho Eddie Veder, com seu disco Into The Wild, músicas compostas por ele para um filme que leva o mesmo nome do álbum. Antes preso dentro de um cansaço inspirado por Portishead, encontro nestas canções momentos leves, o carnaval agita as ruas de fora, é vejo que preciso no momento é de tranqüilidade. Para mim a música tem uma função igual ao que o cinema tem poderoso dia é tiraram-me das profundezas do desanimo é da tristeza. , capaz de tirar um sorriso deste que escreve ou até mesmo lagrimas, lembro das diversas vezes que fui salvo das profundezas do desanimo de da tristeza por uma das duas artes.
Os dois juntos se completam, lembro das melhores cenas assistidas por mim no cinema tinham uma canção no plano de fundo, como a cena do Titanic, quando Rose descendo nos botes para salvar-se, olha para Jack ao som de My Heart Will Go On da Celine Dion, (não é brincadeira, isso) é incrível esta cena ou a cena final de Closer, quando o personagem de Jude Law, caminha pela rua ao som de Damien Rice - The Blower's Daughter. No momento recordo destas duas, existem tantas outras, gosto mesmo daqueles filmes rodeados de trilhas que são usadas em quase todas as cenas, o efeito delas dentro do filme, chama mais atenção é alem de criar mais tensão dos personagens, por isso sou fã de musicais, Chicago ou Across the Universe, este ultimo é recente, somente com canções dos Beatles, é espetacular, incrível, lindo mesmo, existem muitos outros que admiro, mas o nome me foge da memória.
Nesta manha assisti o som do coração, filme do ano passado, que teve uma indicação para o Oscar/2008 na categoria de melhor canção, conta com a participação de Robin Williams. Narra a historia de Evan (Freddie Highmore) apaixonado por musica, cresce em um orfanato com o sonho de encontrar seus pais Lyla (Keri Russel) uma violoncelista clássica é de um cantor de rock Louis Connelly (Jonathan Rhys Meyers). A música é o seu guia, dono de um talento impressionante, aventura-se por Nova York, onde consegue sucesso é vira August Rush.
Á historia de August Rush nos cativa é faz o espectador torcer para não acabar mais, a música sendo o fio condutor da historia carrega a magia desta obra, simples, sem qualquer requinte, pode até ser confundida com um conto de fadas. O som no coração não mostra somente como á música é bela, mas do poder que ela contém, de como é possível ouvi-la em todos os lugares, de como é possível aproximar-se de uma pessoa por meio dela, enfim a música é a magia de nossas vidas.

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