quarta-feira, 25 de março de 2009

Los radioheads







Após dois meses esperando com o ingresso na gaveta, neste ultimo domingo, dia 22 de março, foi o grande dia, Just a fest, ou seja, o show do Los Hermanos e Radiohead. Chegando á região do evento pude notar a estranheza do lugar e para piorar estava chovendo o que fez a Vanessa desembolsar R$ 10, 00 reais para comprar capas de chuvas sem vergonhas para nos proteger de um pé d’água anunciado. Aproximando cada vez mais do local, meus ouvidos detectarão de longe um hit dos barbudos Hermanos sendo executado, “Morena”. Estava começando a sentir um animo inexplicável, entrando no clima que se pedia. A fila da entrada estava assustadora, sorte que encontrei uma galera que mora aqui perto de casa, que deixou entrar na frente. Perto do palco aguardando o começo do primeiro show, esperamos cerca de 3 horas, ouvindo um reggae totalmente cansativo e enjoativo, que fazia a espera ser uma tortura. Por volta das 18h00 horas os Hermanos entraram no palco é decretarão o começo do show, abrirão com á musica todo carnaval tem seu fim, “foi foda”, emoção única, não sei explicar, todos começaram a pular, podia escutar ao mesmo tempo os acordes da musica e os gritos ensurdecedores das pessoas, como citei acima inexplicável. Pena que ao decorrer da apresentação, os ânimos foram deixados de lado e deram lugar á uma burocracia encontrada em cima do palco por parte deles, algumas musicam foram tocadas com certa frieza, não consegui encontrar neles o calor evidente do público a frente, senti a alegria voltando nos rostos dos barbudos quando virão quase a chácara inteira cantando o vencedor, daí em diante conseguia notar uma excelente banda tentando matar a saudades dos fãs, mesmo sem o entrosamento de antes. Quando os primeiros acordes apontavam que a próxima musica seria a flor previ que o sonho estava acabando, me questionei, mas no fim, como todos fiquei feliz com o reencontro deles.

Aguardado a atração eletrônica ainda desconhecida para meus ouvidos, o provável aconteceu às pessoas estavam querendo chegar perto do palco, o que resultou numa lotação insuportável, parecia que estávamos dentro de um vagão de trem indo sentido Itapevi. Estava escuro é o relógio marcava 19: 40 quando os coroas vestidos de preto entraram no palco é começaram feito robôs tocar seus respectivos teclados, a primeira canção tocada foi machine, uma boa introdução, mais que não conseguia manter o ritmo é cansava com tanta experimentação. No resumo da apresentação dos velhinhos do eletrônico, houve muita inovação, uma verdadeira modernidade em termos de pensamentos musicais, que acabou se perdendo naquele lugar. Observação para a “Trans Europe Express”, até escutei uma historia de alguém na platéia falado que eles comporão esta musica dentro do trem que vai para Paris, depois do relato gostei ainda mais dela.

Ferros eram colocados por cima do palco, profissionais subiam em cima das luzes é por lá ficavam, foi assim a espera da principal atração, Thom Yorke vestido de preto aproximou-se com seus amigos de banda, é tocaram a faixa “15 step” do recente In Raibowns, gritos, pulos, o calor humano estavam sendo instalada, a busca desesperada por água, faziam esquecer-se de tudo. Até a terceira canção pensava somente em ir embora, foi quando a canção “All I Needd” entrou nos meus ouvidos e me levaram para bem longe. Os problemas foram sumirão e a felicidade apareceu, a cada musica, a cada acorde, a cada toque de piano, a cada palavra cantada por Thom deixava claro que valeu apena ter acordado dois dias de manha para ir ao Estádio do Pacaembu atrás do ingresso e pago 100 reais. Impressionante a apresentação do quinteto inglês, a disposição deles a qualquer custo animar a platéia, o entrosamento musical, o talento de cada integrante, todos fazendo bem a sua parte é o show a parte no telão com quadrados focalizados em cada integrante. Difícil é descrever qual foi o melhor momento da apresentação, deixo para os críticos essa tarefa, a surpresa ficou para Fake Plastic Trees, canção que não entrou no setlist no show do Rio de Janeiro. Acordado segunda de manha tive a conclusão que este show estará marcado para sempre, pelos altos e baixos em todos os sentidos é com certeza pela apresentação perfeita da melhor banda da atualidade Radiohead.




2 comentários:

Marcelo Fabri disse...

Eu fecho com o André Forastieri aqui: http://andreforastieri.uol.com.br/?p=440
Não gosto do Radiohead.

Abração

Marcelo

Anônimo disse...

é foi do jeitinho que descreveu, esquecendo de mencionar que era meu aniversário, e da música que sempre sonhamos ouvir ao vivo juntos e nos beijarmos...

éé eu estava lá sabia?

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