terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A música do coração.

O incenso queimado por cima da cadeira ao som de portishead, deitado na cama vejo a fumaça confrontar o monitor do computador, vou fechado os olhos aos poucos é com esta visão na mente é a voz encantadora de Beth Gibbons, durmo durante duas horas, acordo, a primeira coisa que faço é selecionar algumas musicas para escutar, escolho Eddie Veder, com seu disco Into The Wild, músicas compostas por ele para um filme que leva o mesmo nome do álbum. Antes preso dentro de um cansaço inspirado por Portishead, encontro nestas canções momentos leves, o carnaval agita as ruas de fora, é vejo que preciso no momento é de tranqüilidade. Para mim a música tem uma função igual ao que o cinema tem poderoso dia é tiraram-me das profundezas do desanimo é da tristeza. , capaz de tirar um sorriso deste que escreve ou até mesmo lagrimas, lembro das diversas vezes que fui salvo das profundezas do desanimo de da tristeza por uma das duas artes.
Os dois juntos se completam, lembro das melhores cenas assistidas por mim no cinema tinham uma canção no plano de fundo, como a cena do Titanic, quando Rose descendo nos botes para salvar-se, olha para Jack ao som de My Heart Will Go On da Celine Dion, (não é brincadeira, isso) é incrível esta cena ou a cena final de Closer, quando o personagem de Jude Law, caminha pela rua ao som de Damien Rice - The Blower's Daughter. No momento recordo destas duas, existem tantas outras, gosto mesmo daqueles filmes rodeados de trilhas que são usadas em quase todas as cenas, o efeito delas dentro do filme, chama mais atenção é alem de criar mais tensão dos personagens, por isso sou fã de musicais, Chicago ou Across the Universe, este ultimo é recente, somente com canções dos Beatles, é espetacular, incrível, lindo mesmo, existem muitos outros que admiro, mas o nome me foge da memória.
Nesta manha assisti o som do coração, filme do ano passado, que teve uma indicação para o Oscar/2008 na categoria de melhor canção, conta com a participação de Robin Williams. Narra a historia de Evan (Freddie Highmore) apaixonado por musica, cresce em um orfanato com o sonho de encontrar seus pais Lyla (Keri Russel) uma violoncelista clássica é de um cantor de rock Louis Connelly (Jonathan Rhys Meyers). A música é o seu guia, dono de um talento impressionante, aventura-se por Nova York, onde consegue sucesso é vira August Rush.
Á historia de August Rush nos cativa é faz o espectador torcer para não acabar mais, a música sendo o fio condutor da historia carrega a magia desta obra, simples, sem qualquer requinte, pode até ser confundida com um conto de fadas. O som no coração não mostra somente como á música é bela, mas do poder que ela contém, de como é possível ouvi-la em todos os lugares, de como é possível aproximar-se de uma pessoa por meio dela, enfim a música é a magia de nossas vidas.

1 comentários:

Marcelo Fabri disse...

Pensando rápido...se forçar muito: The Doors com a música "The end" no "Apocalipse Now" / Iggy Pop com "Lust for life" no "Transpotting" / The Jesus & The Mary Chain com "Just lik ehoney" em "Lost in translation (Encontros e desencontros)".

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